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sábado, 24 de maio de 2014

Gestor da Informação em AÇÃO

Saudações, beleza pura galera?! Então, minha participação e de alguns colegas no Hackathon tem sido bastante produtiva, satisfatória e na impossibilidade de dizer algo cristão “f*dastico”. A possibilidade de aumentar sua Networking, conhecimento, conquistar novas habilidades e exercitar as que temos aprendido nas aulas teóricas na faculdade, tem nos colocado em um estado de euforia.
O que temos mais curtido é a troca de experiência com outros profissionais, e, principalmente a possibilidade de explicar e mostrar a eles a necessidade que o mercado tem de gestores da informação, nos diferenciando dos desenvolvedores que se preocupam com algoritmos, UI, UX e outros mais, dos designers que se preocupam em suma com a interação e designer dos sistemas.
Como bem temos visto  por aqui, a necessidade de um profissional que tenha uma visão diferenciada de como utilizar, manipular, trabalhar, gerar conhecimento, vantagem competitiva com os dados disponíveis é incomensurável.

Dessa forma, de ajudar os companheiros e “irmãos em armas” segue alguns links interessantes que propõe abrir as portas da felicidade aos que desejam trabalhar de forma criativa e inovadora com dados.

Escola de dados: site | facebook | twitter

Open Knowledge Foundation: site BR | site US

Em breve, mais noticias, novidades e experiências.


;-)

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Turnê de Pesquisa e Desenvolvimento – IV EBBC (Encontro Brasileiro de Bibliometria e Cientometria)

Como primeiro “resuminho” da série “Turnê de Pesquisa e Desenvolvimento”, hoje apresento minha experiência no 4° EBBC realizado em Recife – PE, no qual participamos como alunos só o Sandokhan e eu (por limitação existente na concessão de passagens pela universidade) e como professor, nosso orientador mor Dalton Martins, na apresentação de um artigo feito no âmbito de formação do grupo de estudos, tratando sobre o mapeamento das correlações entre produtividade e investimentos de bolsas em programas de pós- graduação referentes a UFG.

A disposição do evento de forma inicial foi bem interessante, pelo fato de um ponto chave presente nas discussões em todo o evento permear sobre a utilização de indicadores. Durante os dois primeiros dias do evento que ocorreu na Biblioteca Central da UFPE, houveram palestras centrais no auditório principal, e apresentações de trabalhos e afins nas demais salas, e no último dia mais algumas palestras centrais e o encerramento do evento.

Referente as palestras centrais posso citar algumas que mais chamaram minha atenção, como as palestras: Indicadores como subsídios de gestão e a Elaboração de rankings como ferramenta, entre outras, que continham o conteúdo voltado para a utilização de indicadores em meios de avaliação e base para desenvolvimento, e como esse tema é o “target” dos projetos atuais do grupo de estudos, foi uma boa oportunidade de contextualização e de construção de Insight’s.


Sobre as apresentações de trabalho do evento, o que eu pude perceber como estudante de Gestão da Informação e pré-pesquisador, foi a utilização de meios de visualização da informação e dos próprios indicadores, para análises e avaliações dos mais variados tipos de áreas, como as biológicas e humanas, e perceber a necessidade dos próprios em tratamento e análise de informação.

Assim termino meu "resuminho" do evento, e como conclusão final posso mencionar que o evento foi de grande relevância para meu direcionamento de ideias sobre a dinamicidade de dados/informação na construção de indicadores como desenvolvimento pessoal e para os projetos desenvolvidos no grupo, além da experiência como primeira participação em um evento de tal porte.

Obs. Já adiantando o tema do próximo Turnê de Pesquisa e Desenvolvimento, será sobre a participação no Hackathon das OCS e na maratona Hacker, na qual participo com alguns integrantes do grupo neste momento em Brasília.

Obrigado!

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Projeto do Grupo de Estudos - Indicadores

Galera, o tópico de hoje permeia sobre a relação dos indicadores com o projeto que o grupo de estudos têm em parceria com a PRODIRH (Pró-reitora de Desenvolvimento Institucional e Recursos Humanos). Tal projeto visa a melhora da capacidade de análise crítica de determinados órgãos da reitoria que cuidam da gestão da universidade.

Nosso grupo de estudo conta com a participação de alunos e professores com o objetivo de transformar o *PDI (Plano de Desenvolvimento Institucional) e o *UFG em números em um único arquivo, que unido tenha a capacidade de possibilitar uma análise direta e mais concisa com relação ao desenvolvimento institucional da UFG.

No processo de desenvolvimento dessa união, deveremos utilizar algumas ferramentas e conceitos para que possamos utilizar os dados da melhor forma possível sem que haja qualquer incongruência. Um desses conceitos é o conceito de Indicadores já mencionado no Blog anteriormente. E para dar ênfase a este conceito o grupo em conjunto com professores estuda artigos referentes aos indicadores e suas aplicações.

Essa foi uma abordagem geral do projeto que estamos desenvolvendo. Abaixo os links referentes ao último artigo sobre indicadores tratado e sua apresentação em slides. 

Obrigado!

segunda-feira, 24 de março de 2014

Primeiros Resultados

Depois de um tempo, botando o plano de estudos em prática, tentando agregá-lo à rotina universitária, e com um experimento em desenvolvimento, venho a vós trazer os resultados.
A respeito da conciliação do plano de estudo com a vida universitária, só tenho a dizer que demanda de muita força de vontade, e há momentos em que você perde um tópico do seu plano, e é nesse momento que alguns perdem o controle, então deixo a dica, por mais que seja difícil e que em algum momento você perca o fluxo do desenvolvimento, retome o comando da situação e não desista.
Sobre o experimento desenvolvido, foi realizado com base no portal Transparência Goiás, em que foram utilizados os dados referentes aos 100 maiores fornecedores de serviços dos anos de 2005 - 2013, o experimento foi realizado com o intuito de praticar os conceitos vistos, resultando na estruturação de uma relação envolvendo ano, nome do beneficiário e o valor pago a ele. Após a organização dos dados utilizando um software de planilhas, obtivemos resultados que nos mostraram coisas intrigantes a respeito da disposição de dados como apresentam os gráficos dispostos em anexo. Em que o número de empresas contratadas, demonstrou um grande aumento nos anos de 2012 e 2013 e uma certa constância nos demais, tocante a relação da quantidade de valor pago com o tempo, vemos que o valor pago teve uma leve queda quando refiando aos anos de 2012 e 2013, o gráfico referente a média, mostra uma média de valores alta, porém quando visualizamos o gráfico referente a taxa de variação (desvio padrão / média), vemos que os dados da média não são tão confiáveis já que existe grande variação entre os valores. Porém a maior lição é a peculiaridade revelada quando cruzamos os gráficos e percebemos que referente aos anos de 2012 e 2013, houve um aumento na contratação de empresas e uma baixa nos valores pagos e no valor da média, significando uma possível distribuição maior de recursos, seguida de uma leve baixa na variância, o que pode significar uma tentativa governamental de impulsionar o mercado sem muitos gastos. Mas essa é uma hipótese que deve ser confirmada, e sendo verdadeiramente justificada, demostrará o quão reveladora é a capacidade de tratar e analisar dados, transformando-os em informação.
Obrigado, e até a próxima...